Posts Tagged ‘zumbis’:


PulaPirataCast #020 – Zumbis e Walking Dead 02/02

Publicado por na categoria Destaque, podcast em February 10th, 2013

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PulaPirataCast #020 – Zumbis e Walking Dead. Parte II 

PulaPirataCast 020 Zumbis e Walking Dead - Parte II

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Estamos de volta com a parte II do episodio 20 de PulaPirataCast. Dessa vez o assunto é sobre Walking Dead, a série de quadrinhos escrita pelo Robert Kirkman. Essa conversa contém SPOILERS dos quadrinhos até edição 105 e até a temporada 3 da série de TV. O jogo não foi comentado.

Ouça a primeira parte do episódio neste LINK AQUI.

Links

Acompanhe a série em quadrinhos com a edição digital The Walking Dead no Comixology (LINK AQUI)

The Walking Dead O JOGO para PS3.  (LINK AQUI

The Walking Dead O JOGO para PC e MAC no Steam. (LINK AQUI)

The Walking Dead TV 1a Temporada DVD. (LINK AQUI)

The Walking Dead TV 2a Temporada DVD. (LINK AQUI)

Resenha do Kbsa sobre The Walking Dead – A Ascensão do Governador LIVRO. (LINK AQUI)

The Walking Dead LIVRO – O caminho para Woodburry. (LINK AQUI)

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PulaPirataCast 020 –  Zumbis e Walking Dead 02/02

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PulaPirataCast #020 – Zumbis e Walking Dead 01/02

Publicado por na categoria Destaque, podcast em February 4th, 2013

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PulaPirataCast #020 – Zumbis e Walking Dead

PulaPirataCast #020 - Zumbis e Walking Dead 01/02

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Muito bem caros leitores, estamos aqui para apresentar a primeira parte do episódio #20 do PulaPirataCast. Dessa vez o tema é zumbis. Ouça esse bate papo entre Mancha, Manjaro, Presto, Kbsa e Pliskin sobre os mortos-vivos. 

Nesta primeira parte falamos um pouco sobre filmes e jogos de zumbis. A próxima parte será sobre os quadrinhos de Walking Dead! Aguarde!

Links

Evil Dead 3 – Filme Completo (Link aqui)

Evil Dead 3 – Final S-smart (Link aqui)

Trailer de REC (Link aqui)

Intro em HD de Zombieland (Link aqui)

Trailer de Extermínio (Link aqui)

Sir Lancelot ataca o castelo – Monty Python (Link aqui)

Lone Survivor (Link aqui)

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[PROMOÇÃO ENCERRADA] “The Walking Dead – A Ascensão do Governador”, da editora Galera Record

Publicado por na categoria Promoção em November 15th, 2012

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Estão acompanhando a série de televisão de maior sucesso nos últimos anos pela televisão? Já leram nossa resenha do primeiro livro contando a saga do Governador? Ficou com vontade?

Pois bem, o PulaPirata.com e a editora Galera Record estão sorteando um exemplar do livro The Walking Dead – A Ascenção do Governador, escrito por Robert Kirkman (criador da série em quadrinhos) e Jay Bonansinga.

 

Para Participar é fácil:

01) Vá até a fanpage da editora Galera Record e clique em CURTIR. (LINK)

02) Siga até o link da PROMOÇÃO e clique no botão QUERO PARTICIPAR no menu abaixo. (LINK)

 

 

 

E é só isso.

O sorteio ocorre no dia 23/11/2012 às 20h (Brasília) através da ferramenta Sorteie.me e terá o resultado divulgado nas redes sociais do PulaPirata.com e da editora Galera Record.

 

 

EIS O RESULTADO DA PROMOÇÃO

 

 

 

Reviews#133 – The Walking Dead – A Ascensão do Governador (Robert Kirkman & Jay Bonansinga)

Publicado por na categoria Reviews em November 14th, 2012

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“- É melhor você superar essa postura de veadinho que foi protegido a vida inteira, começar a andar com as próprias pernas e rachar a cabeça de alguns zumbis, por que as coisas ainda vão piorar muito antes de melhorar!”

SINOPSE: No Universo de The Walking Dead não existe vilão maior do que o governador,o déspota que comanda a cidade de woodbury. Eleito pela revista americana Wizard como “vilão do ano”, ele é o personagem mais controvertido em um mundo de dominado por mortos-vivos.

Criado em 2003 por Robert Kirkman em parceria com o desenhista Tony Moore, que posteriormente, infelizmente, foi substituído por Charlie Adlard (Tony Moore voltou a fazer suas contribuições nas capas a partir da edição #24), The Walking Dead veio para o mundo dos quadrinhos como uma maravilhosa surpresa e sucesso imediato de público e, logo após, de crítica, chegando a ganhar o Eisner Awards de 2010 de melhor série contínua, transpondo as mídias rapidamente para séries de TV e agora para romances. A história dos sobreviventes do apocalipse zumbi mais comentado dos últimos tempos, tendo seu protagonista o policial – ex? – Rick Grimes e sua família, junto com outros sobreviventes fez muita gente voltar suas atenções para o esquecido morto vivo que à muito tempo não tinha uma participação tão significativa no mundo do entretenimento.

Com a crescente atenção dada aos romances dos mundos de games, séries e algumas outras mídias, The Walking Dead não poderia ficar de fora por muito tempo e agora acaba de lançar no Brasil pela editora Galera Records o livro “The Walking Dead – A Ascenção do Governador”.

Para quem esta atualizado na série da HBO ou leu até o arco “A Melhor Defesa”, a partir da edição #25 da HQ, já pode se deparar com um dos melhores vilões dos últimos tempos: Phillip Blake, o Governador de Woodbury. Personagem bastante carismático, sádico e completamente, absurdamente, insano que usa sua posição privilegiada nesse mundo arrasado para impor sua forma de governar e controlar aqueles habitantes que, na falta de alguém melhor, acabam aceitando e até mesmo contribuindo com os absurdos presentes em sua cidade.

Capa do Quadrinho #01 de The Walking Dead

Capa do Quadrinho #01 de The Walking Dead

Nesse romance, escrito pelo próprio Robert Kirkman em parceria com Jay Bonansinga, já veterano do gênero, conhecemos a história desse personagem desde o começo do apocalipse até seu domínio de Woodbury, se tornando o personagem que conhecemos. Aqui não há spoilers para quem ainda não leu a HQ ou não chegou nessa parte da série de TV, por isso fiquem tranquilos e leiam sem medo.

Com o passar da leitura, conhecemos Phillip Blake como um ser humano tomado por um mundo caótico, toda a sua decadência na tentativa de sobreviver em parceria com seus dois amigos, seu irmão e sua filha pequena, e ate conseguimos compreender os motivos por trás de suas decisões, dando uma profundidade ao personagem bastante significativa. Contudo, a surpresa final do romance fica no limite de estragar o que seria uma leitura interessante e não me surpreendo se algumas pessoas não acharem a melhor decisão para o personagem, apesar de encontrarem ali argumentos significativos.

Acompanho o trabalho de Kirkman nesse mundo desde o inicio e devo ter parado de ler o quadrinho na edição #70 e alguma coisa, simplesmente por ter enjoado, e me surpreendi absurdamente com o primeiro episódio da série televisiva, mas acabei desanimando com o passar dos episódios. Digo isso por The Walking Dead ter se tornado refém daquilo que criou. Uma rotina.

Os zumbis não são significativamente perigosos quando você esta preparado para enfrenta-los e tem um pouco de calma. Podemos ver isso claramente quando até mesmo uma “mulher indefesa” tem a oportunidade de mata-los com uma barra de ferro pequena. O que da a tensão na história bem como deixa o morto vivo absurdamente perigoso, é o fato da zona de conforto criada a partir do momento que os personagens se sentem seguros o suficiente para seguirem suas vidas quase que como se nada daquilo tivesse acontecido ou estivesse acontecendo naquele momento. Isso é genial! Sendo franco e sem redundâncias, indo direto ao ponto.

Capa do Quadrinho #33 de The Walking Dead

Capa do Quadrinho #33 de The Walking Dead

Porém, quando isso acontece uma vez, duas, três, quatro… cinco… seis… sete… Isso se torna repetitivo e entediante. E não basta mudar os personagens. A partir do momento que você já conhece e identifica a “fórmula”, as coisas começam a ficar realmente iguais. Nesse ponto não só o romance acompanha a rotina e deixa algumas oportunidades de desenvolvimento escaparem pelos dedos.

SPOILER: (selecione com o cursor para o texto ficar visível) por mais justificado que seja, a inversão de papeis do Brian com o Phillip após a morte do segundo é um tanto forçada. Em 355 páginas vemos Brian como um bebe chorão sendo incapaz de matar uma mosca para no final ele se tornar algo completamente diferente após dois parágrafos e meio. Não foi algo criado devagar, onde você percebe que ali tem alguma fagulha anarquista e predatória. Não! Ele simplesmente muda de personalidade completamente como uma transformação metamórfica. A polarização oposta dos irmãos é forte e de uma hora para outra o protagonista cai morto enquanto o coadjuvante não cresce, mas simplesmente assume aquela personalidade como uma fantasia. Achei isso um pouco bizarro e por mais que “faça todo o sentido”, não me surpreendo se alguém comentar dizendo que não gostou.

Apesar da critica acima, o livro é excelente naquilo que ele se propõe. Dando mais profundidade a um dos personagens mais marcantes da série. Para os que conhecem pouco do gênero e da série e para aqueles que estão no hype da obra, não há melhor recomendação. Em todo caso, gostaria de conhecer o outro lado do mundo ou até mesmo um futuro daquilo que já existe. Continuar apostando nessa fonte ate seca-la completamente vai tornar a série algo chato e absurdamente cansativo.

EDITORA GALERA RECORDS APRESENTA: THE WALKING DEAD – A ASCENSÃO DO GOVERNADOR

FORMATO: 23 x 16 cm
PÁGINAS: 364 páginas em brochura.
PREÇO: R$29,70 (Promoção na Saraiva – Compre no Link Abaixo)
TEXTO e ARTE: Robert Kirkman & Jay Bonansinga

UNDEAD: a webcomic

Publicado por na categoria Quadrinhos em May 16th, 2012

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Clica em mim pra ver o CURTA

Clique em “more…” para ler este gráfico quadrinhístico online no bom e velho brasileño:

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Reviews#88 – Yuri – Quarta-Feira de Cinzas (Daniel Og)

Publicado por na categoria Reviews em December 15th, 2011

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Os zumbis estão na moda novamente, mas dessa vez o caso parece ser sério. Além dos filmes e quadrinhos, agora existem séries de televisão, livros, guias e discos inspirados nos comedores de cérebro, fora uma imensa gama de produtos colecionáveis que gera centenas de milhões de dinheirinhos por ano. Antes um sub-gênero do horror, as histórias de mortos vivos tornaram-se um gênero próprio, com regras e fundamentos bem estabelecidos. Não estou reclamando. Nós do PulaPirata consumimos e também produzimos zumbis. E é aqui que as coisas ficam interessantes, com artistas tentando driblar as regras ou partindo dos clichés para criar algo novo e instigante. Não dá para dizer se essa foi a intenção do desenhista carioca Daniel Og ao criar o personagem Yuri, mas é mais ou menos o que ele fez.

Tudo começa num cemitério, em plena segunda feira de carnaval. O personagem título, sem nenhum aviso, premonição ou epidemia, levanta-se do túmulo e logo se dá conta: está atrasado para o trabalho. Seu primeiro dia de morto-vivo é um verdadeiro inferno na terra – coincidentemente, o primeiro dia de Carnaval. Menos de 24 horas depois de morto, já fora substituido por um estagiário na agência e sua namorada já estava trepando com outra pessoa. Na casa dos pais, a mãe está convencida de que sua ressurreição é um milagre, enquanto o seu pai tem certeza que é falcatrua. Com vontade de voltar para os sete palmos abaixo da terra, Yuri se joga (de novo) do alto de um prédio e tem a infeliz constatação de que não consegue morrer. Pior ainda, não consegue ingerir nada, seja pastel, cerveja ou cérebros. Não há apetite.

Yuri – Quarta-Feira de Cinzas é um pouco Inferno (de Dante), um pouco Zé do Caixão e um pouco Pornochanchada. Fosse adaptado para os cinemas nos anos 70, Paulo César Pereio seria o perfeito personagem título. Sim, por que essa HQ absurdista é uma das mais deliciosamente amorais disponíveis no mercado – e pode até incomodar alguns púdicos, mas nada sério.

Além da procura pelo almejado descanso eterno, o morto, sua família e, principalmente, o seu escudeiro homosexual Andrei, enfrentam o carnaval carioca de frente numa hilária comédia de erros mal humorada. E não faltam esteriótipos da Cidade Maravilhosa (e do resto do Brasil, creio) sendo trucidados em rítmo alucinante. Se você, como eu, tem muita coisa contra blocos de carnaval, publicitários e pessoas cegas pela fé, aqui está uma publicação essencial para sua biblioteca. Mas não se trata apenas de um ataque à moral e aos “bons costumes”, mas uma caricatura bem delineada e certeira da vida adulta do brasileiro, de fato.

Mas apesar do início alucinado – talvez não seja intencional, mas tem algo daquela hiperatividade de Scott Pilgrim, só que num contexto e arte totalmente diferente – de uma história hilária e cativante, a narrativa parece se perder um pouco no terço final do álbum, se enrolando no momento em que a história deveria ficar cada vez mais climática. Não que seja um terceiro ato ruim e que vá estragar a experiência, mas a leitura fica um tanto arrastada e deixa a impressão de que o autor não tinha muito idéia de como terminar o seu roteiro, ou pelo menos como chegar lá.

O traço de Daniel Og  - que já foi mencionado por aqui antes – é de uma riquíssima simplicidade na caneta, com um especial talento para os enquadramentos que enfatizam o ridículo. Mas para aqueles que gostam de um bom what if, ao final do volume, estudos e esboços revelam que a história quase ganhou um traço mais refinado, que resultaria num trabalho de beleza ímpar, mas demoraria anos para ver a luz do dia. Vale dizer também que a Conrad Editora fez um belíssimo trabalho na parte gráfica e com o papel do livro. Um livrão que dá gosto de abrir e recomendar.

 

CONRAD EDITORA ARESENTA: YURI – QUARTA-FEIRA DE CINZAS
FORMATO: 16 x 23 cm.
PÁGINAS: 272 páginas em P&B
PREÇO: R$ 36,00.
TEXTO E ARTE: Daniel Og.
compre

Se você mora no Rio de Janeiro, o autor estará lançando a HQ na Livraria Travessa, amanhã. Partiu?





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